O Nascimento da Filosofia

>> 07/02/2010


Antes do surgimento da filosofia, ciência que estuda a natureza de todas as coisas e suas relações entre si, tudo era explicado através de mitos, assim, a natureza era simplesmente considerada como algo divino. Partindo sempre do pressuposto de que “sempre existiu uma coisa”, os primeiros filósofos, insatisfeitos com as explicações mitológicas, começaram a questionar os valores comumente aceitos pela sociedade da época.

As primeiras idéias filosóficas nasceram nas colônias gregas da Ásia Menor (particularmente as que formavam uma região denominada Jônia), no final do século VII e início do século VI a.C. Entre os primeiros filósofos, podemos citar: Tales de Mileto (624 - 546 a.C.), Anaximandro (610 - 546 a.C.), Anaxímenes (585 - 528 a.C.) e Pitágoras (571 - 496 a.C.).

Os primeiros questionamentos feitos pelos filósofos se concentraram na real constituição do universo que os cercava. Essa busca pelo conhecimento racional da ordem do mundo e da natureza ficou conhecida como cosmologia, sendo, portanto, a primeira face da filosofia.

Existem duas teorias que explicam o porquê da filosofia ter nascido na Grécia. A primeira delas afirma que o aparecimento da filosofia se deu através de influências da sabedoria oriental, com a qual os gregos tiveram contato em suas viagens. A outra teoria diz que o povo grego foi tão excepcional, que foram capazes de criar a filosofia de forma espontânea e única. Na verdade, a filosofia possui grande influência da sabedoria oriental (egípcios, assírios, persas, etc.), no entanto, os gregos imprimiram mudanças de qualidade tão profundas nessas culturas, que foram apontados para alguns, como os criadores únicos da ciência.

Retirado de http://www.brasilescola.com/filosofia/nascimento-filosofia.htm

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As condições históricas que favoreceram o surgimento da Filosofia


No período mitológico havia diversas explicações sobre a origem de todas as coisas, porém, em um determinado momento tais explicações não mais conseguiram convencer as pessoas. A filosofia nasceu para desvendar as alterações e os fenômenos que aconteciam na natureza que a mitologia não mais conseguia explicar.

Apesar das contradições que a mitologia apresentava, a filosofia surgiu favorecida por condições históricas que ocorreram e ajudaram a desvendar as alterações que ocorriam. São elas:

Viagens marítimas: Por meio dessas os gregos descobriram que não existiam seres mitológicos e deuses em outras regiões, como propunha a mitologia. Tais regiões eram habitadas por outros seres humanos. Também puderam descobrir que os mares não eram habitados por monstros e outros seres.

Invenção do calendário: Por meio dessa invenção os gregos puderam calcular o tempo das estações do ano, determinando quando e como ocorriam as alterações no clima e do dia, percebendo que o tempo sofria modificações naturalmente e não por forças divinas.

Invenção da moeda: Por meio dessa invenção os gregos determinaram uma forma de realizar trocas abstratas e não mais troca por outras mercadorias.

Surgimento da vida urbana: Graças a tal surgimento os gregos puderam melhorar suas condições financeiras, diminuindo o prestígio centralizado em algumas famílias apenas, assim puderam buscar o prestígio pelo patrocínio e estímulo às artes e técnicas, tais fatos favoreceram o surgimento da Filosofia.

Invenção da escrita alfabética: Por meio dessa invenção os gregos puderam também ampliar sua capacidade de generalização, pois diferente de outras formas de escrita, a escrita alfabética é independente, podendo ser distribuída de forma a exprimir diferentes idéias.

Invenção da política: Por meio dessa invenção foi possível introduzir novos conhecimentos. A lei tornou-se coletiva, surgiu um espaço público próprio para os discursos e o estímulo para que todos os gregos pudessem discutir e transmitir suas idéias relacionadas à política.

Retirado de http://www.brasilescola.com/filosofia/condicoes-historicas-surgimento-filosofia.htm

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TRÊS SOCIÓLOGOS CLÁSSICOS.

>> 09/01/2010











TRÊS SOCIÓLOGOS CLÁSSICOS
Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim.

A Sociologia nasceu em meados do século XIX, em plena Revolução Industrial Europeia. ..
De várias formas, foi uma resposta a esse processo, à medida que os jornalistas da época registavam a exploração, pobreza, opressão e miséria da classe trabalhadora.
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Karl Marx não se considerava a si próprio um sociólogo, mas analisou a mudança social revolucionária e identificou como dinâmica mais importante dessa mudança o conflito entre os trabalhadores e os proprietários das fábricas. .
Dos seus escritos surge uma das três principais perspectivas da sociologia desenvolvida - a abordagem do conflito. Ele próprio não inventou o termo nem a perspectiva.
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Max Weber opôs-se à abordagem materialista de Marx e afirmou que o factor que conduziu à mudança social foi a mudança de ideias, valores e crenças que surgiu da reforma Calvinista ou Protestante.
Embora ele não tenha inventado o termo nem a abordagem, os escritos de Weber contribuiram para aquilo que é hoje a perspectiva da interacção simbólica.
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Também Émile Durkheim se opôs a Marx, embora de formas diferentes. Debruçou-se sobre a noção de "facto social" e sugeriu que esta se referia a taxas estatísticas de qualquer actividade e não à actividade pessoal de um indivíduo.
Ele argumentou que não se devem tentar explicar eventos sociais com base em eventos individuais, um método conhecido como reducionismo.
Embora ele não tenha inventado o termo nem a abordagem, os escritos de Durkheim contribuiram para aquilo que é hoje conhecido como funcionalismo.
Enquanto se levantavam enormes discussões nas ciências sociais entre os apoiantes destas três abordagens, a abordagem pós-moderna sugere que as três abordagens são válidas e que obteremos uma visão mais profunda da sociedade se usarmos as três em simultâneo.

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Violência Urbana e Outras Violências

>> 06/01/2010


Atualmente, a violência tornou-se a tônica de nosso cotidiano. Nunca se falou tanto em violência e em como combatê-la, e, infelizmente, a sensação de insegurança nunca foi tão premente: as pessoas mudam de itinerário, evitam sair à noite, colocam grades e alarmes em suas casas; os que podem, blindam seus automóveis. E, outro dado vem se somar a estes, esse medo deixou de ser “privilégio” dos moradores das grandes cidades e se espalhou também entre as cidades interioranas, antes vistas como oásis de tranqüilidade e segurança.
Atesta essa sensação de insegurança o ranking de violência elaborado pela empresa inglesa Control Risks, que em uma escala de 1 a 7, classificou as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo como nível 5 (crimes violentos acontecem em toda cidade, a qualquer hora e muitas áreas são extremamente perigosas e devem ser evitadas). [1]
Junto a esta violência urbana, caminham outras tantas violências: como aquela que se faz contra a mulher, a criança, o idoso, os homossexuais, os negros, os nordestinos. Todas elas tão ou mais graves que a violência urbana e que necessitam, igualmente, de combate. Porém, são todas formas de violências específicas que demandam medidas apropriadas para seu controle e erradicação.
É mister que o Poder Público se aperceba que diferentes formas de violência necessitam de políticas públicas que levem em consideração a especificidade de cada modalidade destes crimes para que seu combate seja efetivo.
Qualquer plano de combate à violência deve, necessariamente, conter diretrizes para solucionar esse problema em cada uma das suas particularidades. O fim da violência nas ruas só começa com o fim da violência dentro de casa, dentro da empresa, dentro da escola...

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O que é Sociologia? ...youtube...

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Brasil é o quarto emissor mundial de gases do efeito estufa

>> 29/03/2009

Brasil é o quarto emissor mundial de gases do efeito estufa
A Hora do Planeta, o manifesto que será realizado hoje (28) em 84 países do mundo, como alerta para os efeitos das mudanças climáticas, tem um significado especial para o Brasil, por deter as maiores áreas ainda preservadas de florestas tropicais do planeta, mas que aparece como o quarto maior emissor de carbono - o principal gás do efeito estufa.
A avaliação é da superintendente de Desenvolvimento Organizacional da organização não-governamental WWF, Regina Cavini, uma das organizadoras do evento, que incentiva o apagar de luzes, entre as 20h30 e as 21h30, de casas, prédios públicos e monumentos em todo o país.
“O Brasil é o quarto emissor de gases de efeito estufa no mundo e a principal causa da emissão no país é o desflorestamento e as queimadas na região Amazônica”, afirmou Regina. Segundo ela, ao contrário de outros países, o Brasil não tem sua matriz energética baseada em combustíveis fósseis, mas tem a queimada na Amazônia contribuindo para lançar toneladas de carbono na atmosfera.
A integrante do WWF disse que existem avanços na política brasileira para o meio ambiente, mas também previu enormes desafios nos próximos anos.
“O WWF vê que o governo brasileiro tem feito um esforço grande para controlar o desmatamento na Amazônia, mas isso não pode ser só um esforço do governo, tem o papel das empresas também e de toda a sociedade, de estarem contribuindo para esse resultado”, enfatizou.
A ambientalista reconheceu que eventos como a Hora do Planeta são insuficientes para levar a mudanças concretas, mas destacou que o movimento carrega um simbolismo importante para as populações de todas as partes do mundo.
“A Hora do Planeta é insuficiente, não vai dar conta do problema, mas é uma forma das pessoas mostrarem para os governos que a questão ambiental do aquecimento global é muito importante”, definiu.
Segundo ela, a verdadeira mudança só vai ocorrer a partir de cada indivíduo. “Temos que ser mais eficiente energeticamente, durante as escolhas de compra, optando por eletrodomésticos que utilizem menos energia e nos hábitos pessoais, usando menos água e separando o lixo. São pequenas coisas que a gente pode ir mudando e que, no final, se todos fizerem, representam um grande resultado.”

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